
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Momento indescritível, um apelo à sobrevivência!
Um grupo de jovens pescadores estava num porto a norte de Sydney, na Austrália, quando foi surpreendido pela aproximação de uma baleia. Entusiasmados, não perderam tempo em tentar tirar fotografias.
Porém, a baleia ao nadar em redor do barco acabou por suscitar maior curiosidade no grupo, que, segundo o Daily Mail, acabou por perceber que o animal estaria a pedir ajuda, pois tinha um pedaço de plástico preço na boca.
Um outro barco estava perto e uma pessoa filmou o momento em que um dos jovens consegue ajudar a baleia.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Água de Pau assinala 500 anos de existência
As crianças do CATL do CEFAL integraram o desfile que assinalou os 500 anos da vila de Água de Pau.










sexta-feira, 31 de julho de 2015
Fique atento!
Sexta-feira é noite de lua azul
A última lua azul foi em agosto de 2012 Fotografia © REUTERS/Gary Granja
Hoje olhe para a lua. O satélite da Terra não vai estar mais azul do que o costume, mas o fenómeno é raro na mesma.
Não, o nosso satélite natural não vai surgir nos céus azul. "Lua azul" é o nome que se dá à segunda Lua Cheia que ocorre num mês - e como este mês já houve uma a 2 de julho a próxima será "azul". O fenómeno é relativamente raro e repete-se apenas em janeiro de 2018.
As luas azuis ocorrem porque o mês lunar não está sincronizado com os nossos meses. São precisos 29,5 dias para que a Lua faça uma órbita em redor da Terra, tempo durante o qual vemos o satélite em todas as suas fases - da Lua Cheia à Lua Nova, passando pelos quartos minguante e crescente. Os meses têm 30 ou 31 dias (exceto fevereiro), pelo que ocasionalmente há duas luas cheias no mesmo mês. À segunda dá-se o nome de lua azul.
Em inglês existe a expressão "once in a blue moon", que significa literalmente "uma vez numa lua azul", para se fazer alusão a um acontecimento raro. A última lua azul foi registada em agosto de 2012 e antes disso em dezembro de 2009.
De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, "a origem da designação lua azul remonta ao século XVI, quando algumas pessoas que observavam a Lua a olho nu achavam que ela era azul". Segundo a mesma fonte, "anos depois, discussões a respeito deste assunto, mostraram que era um absurdo a lua ser azul, o que gerou um novo conceito para lua azul como significado de 'nunca'. Com esse significado de algo muito raro, começou-se a dizer que a segunda Lua Cheia de um mês era uma lua azul".
Há contudo casos na história em que a Lua apareceu mesmo nos céus com a cor azul. Em 1883, quando se deu uma explosão no vulcão Krakatoa, na Indonésia, os gases em expansão na atmosfera fizeram com que Lua tivesse uma aparência azulada na altura em que estava próxima do horizonte. Outro episódio remonta a 1951, quando um grande incêndio florestal no Canadá lançou muitas partículas na atmosfera, criando o mesmo efeito.
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4707089
Ártico recuperou 41% do volume de gelo
O Verão de 2013 foi "inusitadamente frio", comtemperaturas semelhantes às registadas na "altura em que o aquecimento global era menos acentuado".
O Ártico recuperou cerca de 41% do seu volume de gelo devido às temperaturas baixas no verão de em 2013, atrasando o degelo em alguns anos, divulgou esta segunda-feira a agência Espacial Europeia (ESA) em comunicado.
As calotas nas águas do oceano Ártico "reduziram cerca de 40% do seu volume na época estival decorrida entre 2010 e 2012", divulgou a ESA com base num estudo da Universidade College of London e da Universidade de Leeds, publicado na revista Nature Geoscience.
No entanto, no Verão de 2013, houve "uma recuperação de cerca de 41%" na sequência de "uma estação mais fria", acrescenta-se no documento, uma ocorrência "semelhante à que se registou nos finais do ano de 1990".
Os autores da investigação científica recorreram aos dados recolhidos pelo satélite CryoSat da ESA.
O Verão de 2013 foi "inusitadamente frio", com temperaturas semelhantes às registadas na "altura em que o aquecimento global era menos acentuado", sublinhou a principal autora do estudo, Rachel Tilling, membro do Centro de Observação e Modelagem Polar (CPOM na sigla inglesa).
Isso permitiu que as calotas no norte da Gronelândia "superassem essa estação, dado ter havido menos dias de degelo", precisou a especialista, indicando que, isso significava "ser possível recuperar uma percentagem considerável [das placas], se a temporada de degelo for menos longa do que o habitual".
O satélite CryoSat, colocado em órbita há cinco anos, permite quantificar e predizer os efeitos das alterações climáticas sobre as reservas de gelo do planeta, visto analisar as calotas dos oceanos polares e as coberturas de gelo da Antártida ou da Gronelândia.
Desta forma, é possível analisar a diminuição do volume de gelo provocada pelo aquecimento global, que se verifica desde a década de 1970.
A importância do satélite reside ainda no facto de este ter a capacidade de mostrar o que ocorre debaixo de água, "que é onde acontece a maior parte da ação", reforçou Tailling.
Com esta tecnologia, a equipa científica de investigação, assegura uma maior compreensão dos comportamentos e da duração das calotas do Ártico, que são "uma componente fundamental do sistema climático da Terra", afirmou o diretor da CPOM, Andrew Sheperd, acrescentando que, no entanto, "se as temperaturas continuarem a aumentar, o degelo continuará a ocorrer".
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Comemoração do Dia Nacional da Conservação da Natureza
O Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores (OVGA) em parceria com o Geoparque dos Açores, comemoraram o Dia Nacional da Conservação da Natureza com as crianças do CATL do CEFAL na Baixa d´Areia. Foram dinamizadas algumas atividades relacionadas com a geologia deste Geossítio e com a conservação da natureza.





Exposição Ecodesfile
3 peças que integram a exposição do Ecodesfile. Um dos vestidos foi realizado com gravatas, outro com revistas e o último com pacotes de leite.



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